O site Sky showbiz postou a primeira foto de Peter Sarsgaar já com a maquiagem de Dr. Hector Hammond, o vilão de Lanterna Verde no set da Warner Bros em Nova Orleans. Hammond é um patologista, filho de senador e visto com desapontamento pelo seu pai, interpretado por Tim Robbins. Mas ao descobrir um meteroro ele se torna repleto de poderes psiquícos. Lanterna Verde está previsto para estrear em 17 de junho de 2011.

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O final de Lost tá chegando e bombando! Logo após a exibição do último episódio da série, que irá ao ar dia 23 de maio, o apresentador Jimmy Kimmel fará em seu programa um especial Aloha Lost. Acompanhado de estrelas do elenco como Naveen Andrews, Nestor Carbonell, Alan Dale, Jeremy Davies, Emilie de Ravin, Michael Emerson, Matthew Fox, Daniel Dae Kim, Terry O'Quinn e Harold Perrineau e e ainda com a participação especial de Jorge Garcia, Josh Holloway e Evangeline Lilly, o programa debaterá a respeito do final da série e apresentará com exclusividade 3 finais alternativos. Se isso será sério ou uma sátira não dá pra saber, só esperando mesmo!

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Na última quarta-feira dia 5, a Summit anunciou a data de estréia do 4º filme da Saga Crepúsuclo: Amanhecer. O filme está previsto para chegar aos cinemas dia 18 de novembro de 2011. A produtora porém não comentou nada sobre o filme ser dividio em 2 ou formato 3D, isso continua sendo boato.
Acho que a Summit só vai confirmar ou desmentir qualquer coisa com relação a isso depois da estréia de Eclipse, quando finalmente terá os números da arrecadação em mãos e pode'ra pesar se vale a pena dividir o próximo filme.

Agora abre um parêntese na matéria, coloca lá no google assim amanhecer twilight e tenha medo das montagens que aparecem!!! Quem quiser conferir e sentir vergonha alheia de quem faz isso seja feliz e clica aqui

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Todo ano é a mesma coisa. Com o cancelamento e o encerramento de séries que estão no ar, as emissoras encomendam dezenas de pilotos para escolher as séries que vão ter seu espaço na programação. Como já falamos por aqui, séries como Undercovers, mais uma do J.J. Abrams, e a ficção científica Terra Nova já estão praticamente confirmadas na temporada 2010/2011. Quer saber que outras séries estãono páreo? Dá uma olhada na lista aí em baixo.

Nikita - A CW está apostado muito na série. A história da assassina gostosona começou incialmente na França, num filme dirigido por Luc Besson, ganhou um remake americano e uma série de TV que estreou em 1997 protagonizada por Peta Wilson. Na nova versão, Maggie Q. assume o papel da assassina, e promete agitar o gênero ação-com-mulheres em baixa desde A Mulher Biônica.

Mr. Sunshine - A nova série de Matthew Perry pode ir ao ar pela ABC. Depois de Studio 60, Perry vai interpretar o gerente de um ginásio de esportes, que vive as voltas com seus funcionários problemáticos e seus familiares inconvenientes. Além de protagonizar, Perry também é co-autor do piloto da série.
Friends with Benefits - Comédia que acompanha a rotina de um grupo de jovens de vinte e poucos anos e suas atitudes progressistas em relação a sexo e relacionamentos. O piloto foi escrito pelos roteiritas do filme 500 dias com ela e tem Frank Kranz entre os protagonistas. É uma das apostas da NBC.

No Ordinary Family - Com Heroes perigando acabar em breve, uma nova série com pessoas superpoderosas pode estrear esse ano. No Ordinary Family traz Michael Chiklis e Julie Benz como os chefes de uma família que sobrevive a um acidente de avião na Amazônia e descobre que desenvolveu habildades sobrehumanas. Pode ir ao ar pela ABC.

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Freddy Krueger é um dos assassinos mais inspirados do cinema de horror. Cria do mestre Wes Craven, o pedófilo vingativo se difere de outros matadores exatamente por ter um passado, uma gênese e um rosto. Queimado, vá lá, mas um rosto.
Freddy é o assassino perfeito para o cinema. Carniceiro, sarcástico e indestrudível, uma vez que ele já está morto, o cara se alimenta do medo e pode voltar para tantas sequências forem necessárias. Quando o remake de A Hora do Pesadelo foi anunciado, o meu maior medo foi que o ator escolhido para dar vida ao Freddy não estivesse a altura. Mas, felizmente, está. Jackie Earle Harley domina o filme com seu Freddy. Está tudo lá, o humor sarcástico, a indolência e um novo ingrediente que torna o personagem ainda mais aterrador, o sadismo.
Com um Freddy tão bom quanto o de Robert Englund, o filme dirigido pelo clipeiro Samuel Bayer vai muito bem, desde o intrigante prólogo, até a sangrenta sequência final. É certo que aqui e ali, o roteiro dá uma derrapada, periga ficar monótono e extenso demais, mas isso é compensando pelas ótimas sequências de Freddy em ação, como as mortes de Jesse e Kris (a Ella de Melrose Place, que nem com muito esforço passa como uma garota de 17 anos) e a cena final, mas assustadora que a da versão original.
Por falar na versaõ original, os fãs vão poder conferir no novo filme cenas que se tornaram emblemáticas em A Hora do Pesadelo, como Freddy surgindo da parede sob a cama (que não é tão legal quanto a original, devo confessar), o cadáver no corredor da escola e as garras de Freddy emergindo da água da banheira. Já a antológica cena da morte de Johnny Depp no filme original não foi refilmada, embora ela influencie duas cenas na refilmagem.
Mais eficiente do que os outros remakes da Platinum Dunes, A Hora do Pesadelo é bem-sucedido em sua tentativa de recriar um mito e abrir caminho para uma nova série de filmes. E como o contrato de Jackie Earle Harley prevê mais dois filmes, Freddy Krueger de voltar a aprontar muito em breve.


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No começo da semana, mostramos o primeiro cartaz do remake do terror I Spit on Your Grave. Agora é a vez do teaser trailer que já foi divulgado pelo estúdio. A prévia só dá mesmo um gostinho da produção, mostrando Jennifer sendo atacada por seus agressores e retornando para acertar as contas. I Spit on Your Grave ainda não tem data de estreia no Brasil.




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Os falsos documetários voltaram a cair nas graças de Hollywood. Sucessos como Cloverfield e Atividade Paranormal mostram que a simples indução à ideia de que o que acontece na tela é real é capaz de criar uma grande identificação com o público ou mesmo, se mostra um artifício interessante para exorbitar os momentos de tensão.
Com a explosão de filmes que usam desse artifíco, é no mínimo interessante dar uma olhada num dos precursores desse sub-gênero, o terror gore Cannibal Holocaust. Eleito um dos vinte filmes mais controversos de todos os tempos, a produção italiana chegou as telas em 1979 e ainda é considerada por muitos um dos melhores filmes de terror da história.
Levando a ideia de falso documentário ao extremo, o filme se divide em duas partes. Na primeira, ficamos sabendo que um grupo de documentaristas se embrenhou na Floresta Amazônica para fazer um filme sobre índios canibais e nunca voltou para casa. Uma equipe é destacada para procurá-los, mas o que acabam encontrando sãos os esqueletos dos documentaristas, junto com todo o material que eles filmaram, intacto. A segunda parte do filme mostra as filmagens que os documentaristas fizeram na floresta, imagens que vão do grotesco ao ridículo, e que, de alguma forma, justificam o fim que eles tiveram nas mãos dos índios.
Nunca tinha feito essa relação antes, mas vendo Cannibal Holocaust, percebi o quanto o cinema gore e o pornô tem em comum. Ambos têm suas próprias regras, ambos crescem à margem de uma grande indústria e ambos usam de imagens extremamente explícitas para alcaçarem seus objetivos. Enquanto no pornô closes de genitálias e do ato sexual são mostrados para que o espectador tenha uma reação institiva e animalesca em relação ao sexo, o gore acaba conseguindo esse mesmo tipo de efeito com relação a violência.
São incontáveis as cenas fortes e ultrajantes de Cannibal Holocaust. Estupros coletivos, sevícias, maltratos a animais, decepamento de membros e por aí vai. Uma careta de repulsa surge involuntariamente em nossos rostos a cada uma dessas cenas, mas longe de querermos parar de ver, continuamos para saber até onde aquele filme vai nos levar. Não só isso, esperamos ansiosamente pelo momento em que os documentaristas babacas vão, enfim, pagar por seus atos impensados e comerem o pau que o diabo amassou na mão dos canibais. E aí esse momento chega, e não satisfaz. Queremos ver mais sangue, mais violência, mais dor. No fim do dia, Cannibal Holocaust nos torna animais por pouco mais de uma hora e meia, nos faz regredir na escala da evolução.
Ainda assim, podemos falar que a direção acertada do filme ainda tem muito o que ensinar aos que pretendem levar falsos documentários ao cinema, as atuações naturalistas dos atores ajudam a entrarmos no clima de realidade. Podemos ainda tentar discorrer sobre as mensagens que o filme quis passar: que nos fazemos de civilizados, mas estamos mesmo é atrás de sangue, que os ditos civilizados podem ser mais selvagens que aqueles que se mantém afastados da sociedade... Mas quem estamos enganando? Cannibal Holocaust é pornô para sádicos, e quem ver o filme esperando mais do que isso, pode se decepcionar.


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