Conforme janeiro vai chegando ao fim, o carnaval vai ficando cada vez mais próximo. Nos preparativos pra festa da carne o que você mais vai ver na TV aberta, além dos enredos das escolas de samba no intervalo da programação, são as campanhas para o uso da camisinha. O Fundo Francês para combate a AIDS (TBWA) lançou uma propaganda excelente. Uma mistura de real com animação, a campanha ficou divertida e consegue passar a mensagem. Provavelmente você não vai ver uma campanha como essa na TV aberta, então você pode conferir aqui.

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Adaptado do livro homônimo Up in the Air, de Walter Kim, Amor sem Escalas é um filme interessante. A história se ajusta a conjuntura atual: Ryan Bingham (George Clonney) é um conselheiro de transições de carreira, um cara que é contratado para demitir pessoas quando os chefes não o fazem. Mas com a tecnologia e o cenário financeiro pelo qual os EUA passam, as empresas querem cortar gastos e a vida de Ryan, como ele conhece e gosta pode estar chegando perto do fim.
O título e o pôster sugerem Amor sem Escalas como uma comédia romântica, mas não é com isso que nos deparamos quando sentamos na poltrona. O filme na verdade é um drama: Ryan contraria tudo o que a maioria dos seres humanos almejam. Ele não deseja uma família, laços, casa, lar nada. Ele tem apenas um objetivo na vida que aos nossos olhos parece bobo. Mas a vida de Ryan balança quando Alex e Natalie cruzam seua caminho. A primeira um romance, a segunda uma garota que não compreende seu estilo de vida. É interessante que com as duas mulheres é que vamos conhecendo o protagonista: elas escancaram os dois lados de Ryan.
O filme é simples, é interessante e é honesto. George Clonney interpreta ele mesmo da maneira mais convincente possível. As duas moças também desempenham muito bem seus personagens, Alex de forma mais cativante. É um filme bom, merece as indicações que ganhou. Inclusive, acho que merecia ter ganhado melhor filme drama no Globo de Ouro, prêmio dado a Avatar. Amor sem Escalas não é um divisor de águas como a bilheteria astronômica de Avatar, mas certamente é um filme que questiona os rumos que escolhemos para nossas vidas.

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O SAG awards - prêmio concedido pelo Sindicato dos atores de Hollywood - aconteceu ontem. Também considerado como uma das prévias do Oscar, esse prêmio só homangeia categorias relacionadas a atuação. Segundo o editor do site Cinema em Cena, o SAG é um termômetro do Oscar, porque as pessoas que votam no SAG também votam no Oscar. Então algumas pessoas praticamente já garantiram a estatueta. No que diz respeito a cerimônia de entrega do prêmio não foi assim muito glamurosa. Um roteiro fraco, sem muito humor e apresentadores que pareciam perdidos, sem muita presença de palco: deles a única que se salvou foi Sandra Bulock. Quase todos os ganhadores já eram esperados, não teve assim uma grande surpresa exceto por Tina Fey, que no SAG tomou o prêmio de Toni Collete e por Bastardos Inglórios ter ganhado por melhor elenco: achei que Nine ia levar. Veja abaixo os ganhadores:

TELEVISÃO

Melhor atriz em série dramática - Julianna Margulies (The Good Wife)
Melhor ator em série dramática - Michael C. Hall, (Dexter)
Melhor atriz em série cômica - Tina Fey (30 Rock)
Melhor ator em série cômica - Alec Baldwin (30 Rock)
Melhor atriz em minissérie ou telefilme - Drew Barrymore (Grey Gardens)
Melhor ator em minissérie ou telefilme - Kevin Bacon (Taking Chance)
Melhor elenco em série dramática - Mad Men
Melhor elenco em série cômica - Glee

CINEMA

Melhor atriz coadjuvante - Mo'Nique (Preciosa)
Melhor ator coadjuvante - Christopher Waltz (Bastardos Inglórios)
Melhor ator - Jeff Bridges (A Crazy Heart)
Melhor atriz - Sandra Bullock (The Blind Side)
Melhor elenco - Bastardos Inglórios

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Os livros de Stephen King sempre foram prato cheio para Hollywood. Desde que estreou na literatura com Carrie, não se passa muito tempo sem que diretores e produtores se sintam atraídos pelas histórias do mestre do terror a ponto de levá-las às telas. Nem sempre o resultados são satisfatórios. Enquanto bons diretores e roteiristas entendem a essência do texto de King, e dão ênfase aos personagens e seus conflitos, outros acham que terror é feito apenas de sustos e tripas, e entregam produções muito aquém do desejado .
O Iluminado, Louca Obsessão, Carrie, a Estranha, Conta Comigo e O Nevoeiro são alguns dos clássicos resultantes da junção das histórias de King com bons diretores. Mesmo sendo um dos autores mais adaptados de todos os tempos, ainda sobraram boas histórias de King para serem levadas ao cinema. Tá aí um vislumbre de como isso seria.

1. A Dança da Morte (The Stand) – Obra-prima apocalíptica de King, já transformada em minissérie para TV no começo dos anos 90, que apesar de manter a fidelidade ao livro (o roteiro é do próprio King) peca nos aspectos técnicos. Para dar ao livro o filme que ele merece, Fernado Meirelles podia assumir a direção do épico que mostra o extermino de mais de 90% da população mundial depois que um vírus de gripe geneticamente modificado pelo governo americano é, acidentalmente, liberado. Ruby Dee como Mãe Abigail, Jim Carrey como o Homem de Preto, Kiefer Sutherland como Stu e Rose McGowan como Nadine fariam parte do grande elenco.

2. Celular (Cell) - O primeiro romance de King sobre zumbis já tem um histórico em Hollywood. Eli Roth (O Albergue) já foi cotado para a direção, mas como a cada dia ele inventa um projeto novo e a única coisa boa que fez nos últimos anos foi o trailer falso de ThanksGiving, é melhor deixá-lo de lado. Marcus Nipel (O Massacre da Serra Elétrica) assumiria a direção e Bradley Cooper (The Hangover) e Stanley Tucci (Julia e Julia) estariam no elenco.

3. Rose Madder – Uma das obras mais interessantes de King, o libelo contra a violência doméstica seria um prato cheio para Lee Daniels (Preciosa), desde que a equivocada parte sobrenatural no final do livro desaparecesse. Drew Barrymore e Dwayne "The Rock" Johnson podiam concorrer ao Oscar respectivamente, como a esposa espancada e o marido psicótico. Shia LaBouf, Mo´nique, Amber Tamblyn e Mary Steenburgen completariam o elenco.

4. O Último caso de Umney – Um dos contos mais bacanas de King, O Último Caso de Umney aposta em um clima noir para contar a história de um detetive particular durão que do dia para a noite vê seu mundo virar de cabeça para baixo e tem uma grande surpresa (e nós também) ao descobrir o que está acontecendo. Brian dePalma, que já trabalhou com um manuscrito de King em Carrie, a Estranha, assumiria a direção do projeto protagonizado por Ioan Gruffudd ( O Quarteto Fantástico).

5. O Sobrevivente - Craque em adaptações de Stephen King, Frank Darabont (À Espera de Um Milagre, O Nevoeiro) não fugiria do desafio de adaptar uma das histórias mais fortes do mestre para o cinema. Na história, traficante de heroína sobrevive a um desastre e vai parar num pequeno pedaço de terra no meio do oceano sem vegetação ou qualquer tipo de alimento. Com o passar dos dias, o coitado é obrigado a decepar e comer pedaços do próprio corpo para se manter vivo. Jake Gyllenhaal ficaria bem como o protagonista.

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O Mid-Season começou nos Estados Unidos. Período tradicionalmente reservado para séries experimentais ou para shows que servem como tapa-buraco na programação das emissoras, o Mid-Season cada vez mais vem se mostrado um celeiro para séries novas, que se tornam desejadas na programação, mesmo que não exista espaço para elas. Foi o caso de Prision Break, desenvolvida como um tapa-buraco para 24 horas mas que fez tanto sucesso que demandou novas temporadas para o desespero da Fox que não tinha espaço para a série na programação. Grey´s Anatomy, Castel e Dawson´s Creek são outros sucessos do Mid-Season ao longo dos anos.
O meio de temporada esse ano não tem tantas estréias, mas foi esperado com grande expectativa pois marca a volta dos episódios inéditos de séries cultuadas. Lost só volta em fevereiro, 24 horas e Chuck já estrearam novas temporadas com boas críticas e audiência estável. Entre as estréias desse ano estão Target man, série de ação, e Life Unexpected, uma dramédia.
Life Unexpected vem com a marca da CW, série especialista em programas voltados para jovens como Gossip Girl, 90210 e One Tree Hill, e tenta abocanhar uma parcela do público que anda carente desde o final de Gilmore Girls, também do canal. A série acompanha uma jovem que depois de ser abandonada pelos pais, passa a viver em lares adotivos, mas não se dá bem em nenhum deles. Cansada da situação, ela entra com um processo para se emancipar, mas para isso precisa da assinatura dos pais, uma dupla de irresponsáveis que ainda vivem como se fossem adolescentes. Ao reencontrá-la, no entanto, os pais negam o pedido de emancipação da garota e resolvem cuidar dela, mesmo tendo que reestruturar toda suas vidas para recebê-la. Misturando comédia e drama, Life Unexpected recebeu críticas positivas nos EUA e estreou na segunda-feira (18 de janeiro) com uma audiência maior que grandes sucessos do CW como Gossip Girl e 90210. A Warner não deve demorar para trazer a série para o Brasil, mas para quem tem muita pressa, os downloads estão aí para isso. Aqui embaixo, um aperitivo rapidinho.


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Tá chegando, povo! Enquanto esperamos ansiosamente a sexta temporada de Lost, a ABC lançou outra promo. Olha só!




Lost volta dia 2 de fevereiro!

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Considerado também uma das prévias do Oscar, o Screen Actor Guild (SAG) award é um prêmio onde o Sindicato dos Atores de Hollywood escolhem os melhores. Esse ano o prêmio rola dia 23 de janeiro, amanhã, às 23h, pela TNT! Nós estaremos acompanhando também, em tempo real pelo twitter e depois um post com comentários. Por enquanto você pode conferir os indicados.

TELEVISÃO

Melhor atriz em série dramática
Glenn Close (Damages) / Patricia Arquette (Medium) /Julianna Margulies (The Good Wife) / Holly Hunter (Saving Grace) / Kyra Sedgwick (The Closer) / Mariska Hargitay, (Law & Order: Special Victims Unit)

Melhor ator em série dramática
Simon Baker, (The Mentalist) / Michael C. Hall, (Dexter) / Jon Hamm, (Mad Men) / Hugh Laurie (House) / Bryan Craston, (Breaking Bad)

Melhor atriz em série cômica
Toni Collette, (United States of Tara) / Christina Applegate (Samantha Who?) / Edie Falco (Nurse Jackie) / Tina Fey (30 Rock) / Julia Louis-Dreyfus (The New Adventures of Old Christine)

Melhor ator em série cômica
Alec Baldwin (30 Rock) / Steve Carell (The Office) / Larry David (Curb your Enthusiam) / Tony Shalhoub (Monk) / Charlie Sheen (Two and a Half Men)

Melhor atriz em minissérie ou telefilme
Joan Allen (Georgia O'Keeffe) / Drew Barrymore (Grey Gardens) / Jessica Lange (Grey Gardens) / Ruby Dee (America) / Sigourney Weaver (Prayers for Bobby)

Melhor ator em minissérie ou telefilme
Kevin Bacon (Taking Chance) / Cuba Gooding Jr. (Gifted Hands: The Ben Carson Story) / Kevin Kline (Great Performances: Cyrano de Bergerac) / Tom Wilkinson (A Number) / Jeremy Irons (Georgia O'Keeffe)

Melhor elenco em série dramática
The Closer / Dexter / The Good Wife / Mad Men / True Blood

Melhor elenco em série cômica
30 Rock / Curb your Enthusiasm / Glee / The Office / Modern Family

CINEMA

Melhor atriz coadjuvante
Mo'Nique (Preciosa) / Diane Kruger (Bastardos Inglórios) / Anna Kendrick (Amor sem Escalas) / Vera Farmiga (Amor sem Escalas) / Penélope Cruz (Nine)

Melhor ator coadjuvante
Matt Damon (Invictus) / Stanley Tucci (Uma Olhar do Paraíso) Christopher Plummer (The Last Station) / Christopher Waltz (Bastardos Inglórios) / Woody Harrelson (The Messenger)

Melhor ator
Jeff Bridges (A Crazy Heart) / George Clooney (Amor sem Escalas) / Colin Firth (A Single Man) / Morgan Freeman (Invictus) / Jeremy Renner (Guerra ao Terror)

Melhor atriz

Meryl Streep (Julie & Julia) / Sandra Bullock (The Blind Side) / Helen Mirren (The Last Station) / Carey Mulligan (Educação) / Gabourey Sidibe (Preciosa)

Melhor elenco
Educação / Guerra ao Terror / Bastardos Inglórios / Nine / Preciosa

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