Se você está com a sensação de que já viu isso em algum lugar, devo dizer que você está certo(a): Nova York, Eu te amo é o segundo projeto da série Cities of Love, iniciada com Paris, Eu te amo (2006). O longa é assinado por 12 diretores, entre eles a atriz Natalie Portman. São 12 curtas, com ótimas histórias que fazem você amar Nova York, ou no mínimo querer muito conhecê-la. O filme conta com muitos artistas famosos, de Andy Garcia a Shia LaBeouf, novos e velhos e cada um responde de maneira muito primorosa a seus papéis. É inevitável que tenhamos em 12 curtas alguns muito bons e outros não tão bons assim. Isso aconteceu de maneira mais sensível em Paris, eu te amo, onde alguns curtas eram excelentes e outros chegaram a ser fracos. Mas em Nova York, Eu te amo, não consegui achar nenhum curta ruim. Todos são bons, e alguns excelentes. Os personagens se entrelaçam nas diversas histórias, mas não de maneira efeito borboleta, que esteve na moda na época do ganhador do Oscar, Crash - No limite. O entrelaço é sutil, bonito e perfeito. A diversidade cultural é muito bem retratada no filme, seja numa paixão impossível ou numa fala "o que mais gosto em Nova York é que aqui todo mundo veio de outro lugar". Bem, tantas histórias e personagens bons resultaram num final belo e num filme apaixonante.

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O terror dos anos setenta existia em sua própria dimensão doentia e cruel. Com histórias cheias de sangue e morte, os filmes de Hollywood funcionavam com perfeição em uma época tomada por um medo inconsciente dos horrores vigentes dentro do próprio país. Talvez por essa razão, os remakes de filmes da época alcançam resultados pouco satisfatórios. O mais recente, Aniversário Macabro, refilmagem de um clássico de Wes Craven da época, passou direto pelos cinemas brasileiros de tão inexpressivo.
Outro impedimento para esses remakes fazerem sucesso, é a vontade dos estúdios de abaixar sempre que possível a classificação etária dos filmes, para conseguirem alcançar um público maior. O resultado é uma profusão de filmes PG -13, que permite a entrada de crianças de até 13 anos, e rebaixa os filmes de terror a montanhas-russas de sustos, e zero de violência. Mas como é que essa política do “tudo para todo mundo ver” vai funcionar no anunciado remake de I Spit on Your Grave? Indecência cometida no fim dos anos setenta, o filme mostra a agonia de Jennifer, que é seqüestrada, humilhada, espancada, estuprada e deixada para morrer. Jennifer consegue sobreviver e inicia sua vingança, submetendo seus agressores a castigos inomináveis.
A nova versão de I Spit on Your Grave será dirigida por Steven R. Monroe e deve estrear ainda em 2010. E se os deuses do cinema permitirem vai ter uma censura R – restrita. Abaixo, o trailer original do filme de 1978.


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Sinopse:

Uma mulher trabalha entregando seu corpo para estudantes de medicina para trabalhos práticos. Um dos jovens fica obcecado por ela. A segue. Se conhecem. Se descobrem. Juntos embarcam em uma longa viagem a um lugar desconhecido. La Invencion de la Carne é uma descrição de uma estranha relação entre dois personagens. Lugares remotos. Os barulhos mínimos, os gestos, o mistério. Um caminho que surge em seus limites. Os trajetos e suas fadigas.

Filmes considerados cult, normalmente têm a premissa de serem complicados de entender. É aceitável que um filme exija sua atenção para acompanhar o ritmo da história, ou mesmo para refletir o que está discutindo a obra. O que não é aceitável é um diretor dizer antes da sessão que você precisa prestar atenção em La Invención de La Carne: Um drama argentino escrito e dirigido por Santiago Loza. A história traz dois personagens, que apesar de outros lugares citarem os nomes, eles são indigentes, pois não ouvimos seus nomes nenhuma vez. Os dois possuem seus demônios que os assombram constantemente. Mas nada disso descreve o que é o filme: um emaranhado de imagens e seqüências sem sentido. É ótimo que diretores experimentem, saiam do padrão, mas quando um cara aparece com um filme cheio de tomadas que não dizem nada, personagens incompletos e um enredo que você precisa ter muita boa vontade pra dar um sentido, não dá. É louvável vc deixar que o espectador construa a história, mas ele precisa de informações pra isso. La Invención de La Carne joga dois personagens que são próximos e distantes e pronto, é isso. A melhor coisa que o filme teve foi a sinopse, que chama a atenção, vende, mas engana. Arte ou não, é bem ruinzinho.

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Faz oito anos que o último episódio de Popular foi ao ar. Criado por Ryan Murphy e Gina Matthews, o seriado trazia uma visão ácida, politicamente incorreta e extremamente divertida da pirâmide social vigente nos colégios americanos.
Agora, quase uma década depois, Murphy volta à selva que é a vida escolar, dessa vez em parceria com Ian Brennan e Brad Falchuk. A grande aposta da Fox dessa temporada, a ponto do canal ter realizado a pré-estréia da série depois do American Idol, Glee possui ecos de Popular, mas ao mesmo tempo consegue ser completamente diferente.
Cheio de personagens amalucados, excêntricos, exagerados e cruelmente caricatos, a série abusa e tira graça de situações constrangedoras. Assim como em Popular, a divisão entre os populares e os impopulares é clara e ultrapassá-la é crime punido com exclusão e violência. Um loser nos tempos do colégio, Murphy mostra os populares como um bando de otários tão preocupados com o que tem agora que ficam cegos para a vida medíocre e fracassada que vão ter depois do colégio. Embora sejam cruéis e estúpidos, sentimos por eles mais pena do que ódio.

Os impopulares, por outro lado, são a definição do outcast, estranhos, deixados de lado, eles são os únicos que parecem realmente saber o que querem e aonde querem chegar, por isso se agrupam no coral do colégio. A intersecção entre esses dois mundos se dá quando Finn Hudson, o zagueiro do time de futebol se junta ao grupo de canto depois de uma armação do professor responsável pelo coral, Will Schuester.
Com acertado tom de comédia, Glee também é bem-sucedida na tarefa de ser uma boa série musical, tarefa ingrata para séries do gênero – Viva Laughing! da CBS não durou três episódios. Os números musicais são bacanas e funcionam bem fora da série, a versão de Glee para Don´t Stop Believing do Journey chegou ao sétimo lugar no Hot 100 da Billboard.

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George romero está de volta! Seu novo filme parece um presente aos fãs de zumbis. O longa traz de volta personagens vistos em Diário dos mortos (2007). Agora, os personagens estão numa ilha aparentemente livre do vírus que transforma as pessoas em zumbis. A questão e'que entre os moradores da cidade existe um dilema: alguns querem matar os parentes infectados e outros querem "segurar" os zumbis na espera de uma cura para seus entes transformados. O trailer você pode conferir aqui e já vou adiantando que Romero não economizou!

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Um dos games mais famosos está ganhando forma no cinema. Prince of Persia ganhou um novo trailer que você pode conferir aqui:



Como vocês podem ver o filme é uma super-podução e está previsto para estrear aqui dia 28 de maio de 2010. Apesar das mirabolantes cenas o trailer ficou legal, mas eu não sei, alguma coisa em Jake Gyllenhaal não combina com o personagem! Esperemos!

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O Scream Awards é um dos prêmios mais legais que tem, começando pelo público do recinto. Enquanto em prêmios como Oscar, Globo de Ouro e Emmy a platéia é feita de artistas, no Scream Awards assim como nos prêmios da MTV, a platéia é formada por fãs, e fãs delirantes. Para o prêmio mais geek do entretenimento, os fãs se produzem, colocam máscaras, pintam o rosto, enfim, vale tudo, até colocar as garras de Wolverine ou os dentes de vampiro.
Quem elege os ganhadores do Scream é o público. Quando fui contribuir com meus votos, confesso que fiquei resabiada ao ver Crepúsculo indicado em tantas posições. Meu medo era que ele ganhasse em todas elas devido a suas fãs malucas que votariam em todas as categoria de acordo com seu amor por Robert Pattinson. Não levaram todas, mas ganharam alguns: uns justo, outros completamente injusto. No final o resultado foi esse:




O que não foi legal:
- Robert Pattinson levando o prêmio de melhor ator de fantasia, quando estava concorrendo co Brad Pitt por O curioso caso de Benjamin Button.
- Isabel Lucas, de Transformers: a vingança dos derrotados, levar o prêmio de atriz revelação. A participação dela é mínima e meio sem sal. Da categoria, quem brilhou mais foi Zoe Saldana, por Star Trek
- Não foi tão ruim, mas eu teria dado o prêmio de ator revelação para Sam Worthington, de O exterminador do futuro: a salvação. Mas, repito, não foi tão ruim Taylor Lautner ganhar,talvez até Robert Pattinson, NESSA categoria, poderia levar o prêmio.
- Star Trek ganhar por cena de luta do ano. Esse prêmio deveria ter ficado ou com Watchmen, ou com X-men Origins: Wolverine ou ainda com Transformers: a vingança dos derrotados.

O que foi legal:
- As homenagens foram muito bem colocadas. Detalhe pra Keith Richards que apareceu para receber o prêmio parecendo gente normal! E ainda, quem entregou esse prêmio foi Johnny Depp. Stan Lee chegou para receber sua estaca numa plataforma de aranha e fez um ótimo discurso.
- Star Trek mereceu a maioria de seus prêmios, pois foi um filme que tinha muita expectativa em volta e conseguiu alcançá-las.
- Foi bacana Megan Fox ter recebido a estaca na categoria de melhor atriz de ficção científica. Acho que das concorrentes ela realmente é a que tinha mais destaque e fez seu trabalho direitinho.
- Na categoria de melhor seqüência, a disputa era bem apertada. Tivemos excelentes continuações e Transformers: a vingança dos derrotados foi uma delas. Se fosse possível, eu daria um empate entre o ganhador e Harry Potter: o enigma do príncipe.


No mais foi uma apresentaçao bem bacana. É um tom de informalidade muito bem criado. Os apresentadores também foram bem escolhidos e até os nerds mais legais da Tv, The Big Bang Theory, estavam lá. Um dos momentos mais alucinados foi quando Quentin Tarantino entrou para fazer a homenagem a George A. Romero, que recebeu um prêmio de Gênio. A platéia vibrou com o bastardo inglório dizendo "Do you know what means the "A" (George A. Romero)? It means A fucking Genius!!"
Outro destaque foi Megan Fox, em seu discurso, tentando se redimir com a equipe de Transformers: a vingança dos derrotados, depois de toda a confusão por causa das declarações da atriz a respeito do filme e das respostas de Michael Bay. No fim foi o espetáculo que todo Scream Awards deve ser.

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