Para comemorar os vinte anos de Os Simpsons, a esposa de Homer vai ser a primeira personagem de desenho animado a ilustrar a capa de uma das publicações mais conhecidas do mundo. Marge vai ser a capa e recheio da edição de Novembro da Playboy americana, que ainda vai trazer uma entrevista exclusiva com ela.

Entrando na brincadeira, o site Zap2it, fez uma lista de outras beldades animadas que poderiam ser capa da Playboy. Entre elas estão Wilma Flintstone e Betty Rubble (Os Flintstones), Betty Boop, Daphne Blake (Scooby-Doo), Jessica Rabbit, Kim Possible e Louis Griffin (Uma Família da Pesada)

















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Quando foi lançado em 1999, A Bruxa de Blair se tornou o filme “você precisa ver” do ano. Um dos primeiros filmes a se valer da Internet como principal meio de divulgação, o falso documentário pegou o mundo de surpresa, muitos acreditaram que a história dos jovens que se perdiam numa floresta e ficavam à mercê de uma misteriosa bruxa era verdadeira. Com um orçamento de 35 mil dólares, o filme faturou mais de 100 milhões, entrando com folga na lista dos filmes mais rentáveis de todos os tempos.
Fenômeno semelhante parece estar próximo de se repetir. Usando a mesma técnica de divulgação de A Bruxa de Blair, Paranormal Activity se vendeu desde o início como um documentário, gerando curiosidade meses antes da estréia. No Youtube, quando se pesquisava “vídeos de fantasmas”, um teaser do filme era uma das opções, e prometia “ a melhor prova da existência de fantasmas já registrada”.
Para contar a história de um casal de namorados que grava a aparição de um fantasma que assombra a casa deles, os diretores gastaram só 15 mil dólares. No fim de semana de estréia nos Estados Unidos, o filme arrecadou mais de 7 milhões, as boas críticas e o boca-a-boca fizeram esse número crescer com rapidez, e a bilheteria da primeira semana deve fechar em torno de 14 milhões. Ainda não foi confirmada a estréia do filme no Brasil.

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Quando se fala em contato com seres alinenígenas, existe uma divisão. São quatro graus de proximidade, sendo o primeiro a visão do OVNI, o segundo a existência de provas do contato, o terceiro um contato físico com os aliens e o quarto a abdução.
No cinema, os contatos de primeiro e terceiro grau sempre foram muito explorados, tendo o filme neo-clássico de Steven Spielberg “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” como um de seus mais importantes representantes.
Os contatos de quarto grau sempre foram negligenciados pelo cinemão, principalmente o terror e o desespero dos abduzidos. Um dos melhores filmes com esse tema, Fogo no Céu, mostra de forma bastante clara os traumas resultantes dessa experiência. Mas já caiu na rede o trailer de 4th Kind, novo filme que aborda as conflituosas relações entre alienígenas e abduzidos.


Estrelado por Mila Jovovich, 4th Kind se apóia no apelo dos filmes “baseados em história real” para destrinchar estranhos desaparecimentos ocorridos em uma pequena cidade no Alasca e as turvas lembranças de seus habitantes, muitos deles aparentemente vítimas de abduções. Como o trailer ressalta, as cenas de regressão hipnótica que trazem de volta as lembranças adormecidas dos abduzidos, são todas recriações de momentos reais, documentados em gravações de áudio e vídeo.
Misturando essas imagens reais com as ficcionais, o trailer de 4th Kind é um aperitivo perfeito para o filme que estréia em novembro nos Estados Unidos, e em janeiro de 2010 no Brasil, intriga, dá sustos e deixa uma boa expectativa.



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Gamer é um dilema: o assunto tratado é interessante, entretanto o filme é bem mais ou menos, talvez mais voltado para o menos. Dos diretores de Adrenalina, Gamer tem como pano de fundo os jogos de simulação de realidade. E não pense que são apenas os famosos Second Life, ou o "inocente" The Sims. A simulação se estende pelos jogos de tiros em primeira pessoa. (contém spoilers)
Como personagens vamos nos concentrar nesses: Kable (Gerard Butler), Castle (Michael C. Hall), Angie (Amber Valleta) e Simon (Logan Lerman). Muito bem, Kable é um condenado no corredor da morte. Esses presidiários participam de um jogo, onde são implantados em seus cérebros pedacinhos de tecnologia que permitem um usuário controlar o preso. Dessa forma, os presidiários são os personagens dos jogos, os slayers, e Kable é o melhor deles. Os presos aceitam se submeter ao jogo, porque se sair vitorioso de 30 batalhas estará livre da prisão. Acontece qe nunca alguém conseguiu e o único aparentemente capaz de fazer isso é Kable, vencedor de 28 batallhas. Castle é o manda chuva sádico! Criador do jogo com os presidiários, ainda é dono de um outro jogo - o que seria o Second Life - também realizado com pessoas reais, usando a mesma tecnologia dos presidiários. Ser personagem do jogo é um trabalho. Angie é a mulher de Kable, o motivo de o cara ser tão bom e querer sair da prisão, a princesa que precisa ser salva. Finalmente temos Simon, o adolescente que comando Kable, admirado em todo o mundo por não ter perdido nenhuma batalha comandando o presidiário.
O filme minimamente discute os efeitos dos jogos de simulação cada vez mais reais e presentes. CS, Second Life ( e outros) pra onde vamos com tudo isso? Mas todo o resto é uma decepção. Numa tentativa de fazer um filme tecnológico ou ainda seguir um estilo pop de ser, livre de amarras, o pessoal perdeu a mão e Gamer acaba até mesmo como um filme chato. Falhas de roteiro, clichês, e muito sangue e violência é a composição final do filme.Existem personagens sem sentido na trama, como o "amigo" de Kable, que aparentemente enlouqueceu e quer entrar no jogo. O pobre coitado morre com alguns tiros, sem mais nem menos. Ou ainda a jornalista, que aparece no society (o second life deles), ajuda Kable e de repente some. O próprio Simon se perde na história e é deixado completamente de lado. Tem ainda clichês famosos como o controlador de Angie, que é uma cara gordo e suado, que não se mexe da cadeira e é um tarado, não perde a oportunidade de ver sua personagem numa boa trepada.
O final? Mais tosco impossível, "me imagine matando você"; "arghhhh"..pronto..tudo resolvido, com direito a uma linda menininha de 5, 6 anos vibrando com seu papis finalmente matando Castle com uma bela facada.
Cabe destacar que a trilha foi legal. As músicas acabaram encaixando bem, e mesmo as mais diversas contribuíram para o espírito do filme. Há o que eu considerei como uma mera referência a "Laranja Mecânica", em uma cena de violência a música é completamente adversa, como a famosa corrida de cavalos no filme sobre a "ultraviolência". Os cenários dos jogos também me pareceram familiar, não sei vocês, mas que eu enxerguei o demo do Metal Gear Solid 4, eu enxerguei. Vale lembrar ainda a cena bizarra de Kable vomitando vodka e urinando no tanque de combustível para fazer o carro pegar. Acredite se quiser, tivemos essa cena!
Mas apesar dos pequenos acertos, a trama fica sem rumo e a linha que guia o filme é fraca. Não sei porque, mas eu esperava mais. Gamer over!!
Segue abaixo o trailer!


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Quando nos primeiros momentos de Milk, o personagem título, interpretado por Sean Penn, solta a frase que viraria seu lema nas campanhas eleitorais: "Meu nome é Harvey Milk, e eu quero recrutá-lo", fica claro o estilo panfletário do filme de Gus Van Sant. Assim como Milk, o homem, Milk, o filme, deixa claras suas intenções de convocar o telespectador para se unir à luta contra as desigualdades e o preconceito.
Milk se passa nos anos 70, período complicado para a diversidade nos Estados Unidos. Após as revoluções sexuais e culturais da década de 1960, o país se fechou em um conservadorismo fora de época, e verdadeiras cruzadas em favor da “moral e dos bons costumes” foram iniciadas. Usando esse momento castrador como pano de fundo, Milk mostra homens sendo presos pelo simples fato de serem gays, um comerciante limpando as mãos logo após cumprimentar Milk, o descaso de policiais ante o corpo brutalizado de um rapaz, e nós vemos tudo com a simpatia geralmente destinada aos oprimidos.
Mas seguindo sua verve panfletária, Milk em nenhum momento mostra os gays como coitados, mas como ativistas preparados para enfrentar manifestações, realizar boicotes e lutar pela igualdade de direitos civis. Longe de arrastarem correntes e se lamentarem, os gays de Milk são felizes, apesar de tudo, coloridos e livres. Raras exceções são os enrustidos donos de uma revista, que negam seu apoio à candidatura de Milk, e ficam de fora da orgástica comemoração da vitória. Com um elenco entrosado e homogêneo, capitaneado por um brilhante Sean Penn, Gus Van Sant segue sua tradição de apostar em atores novos (como já fez com Keanu Reeves e Michael Pitt). James Franco e Diego Luna se destacam como os casos amorosos de Milk, o primeiro romântico , o segundo instável e problemático. Mas é Emile Hirsch quem rouba a cena com o divertido e impulsivo Cleve Jones. Outra decisão acertada de Gus Van Sant e do roteiro oscarizado de Dustin Lance Black, é a não escalação de uma atriz para interpretar a odiosa Anita Bryant. Líder da cruzada contra os direitos civis dos homossexuais, Bryant aparece em imagens de arquivo recitando seus discursos preconceituosos e xenofóbicos, com toda a propriedade de uma ex-garota propaganda de suco de laranja.
O DVD de Milk apresenta três documentários em seus extras: Lembrando Harvey, com o depoimento de pessoas que acompanharam a trajetória política de Milk, Hollywood vem para São Francisco, o making of com entrevistas com o elenco, produtores e equipe técnica, e Marchando pela liberdade, sobre as passeatas e manifestações ocorridas nos anos 70.
Um dos grandes filmes do ano passado, Milk foi indicado a 8 Oscar, tendo ganhado os prêmios de Melhor Ator e Melhor Roteiro Original. Por si só uma manifestação das melhorais no tratamento aos homossexuais, tanto o diretor Gus Van Sant, como o roteirista Dustin Lance Black são homossexuais assumidos e bem sucedidos, Milk ainda apresenta uma interessante história de superação e luta, uma inspiração não só para os gays, mas para todos aqueles que acreditam em liberdade. E ainda que os progressos nessa área sejam visíveis, é assustador ver que ainda falta um longo caminho a ser percorrido. Trinta anos depois, psiquiatras e religiosos ainda se dizem aptos a curar a homossexualidade, o dublador oficial de Sean Penn se recusou a fazer parte do filme, e se uma nova Anita Bryant aparecer não serão poucos os que se aliarão a ela. Mas Harvey Milk não se intimidaria por isso, e continuaria na luta, fazendo a diferença, distribuindo esperança.

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A semana passada tivemos grandes série estreando suas novas temporadas. Nesse post vou me focar em House! (contém spoilers)
House terminou a quinta temporada em grande estilo. A expectativa para a sexta temporada era grande, e ficou ainda maior com o primeiro episódio sendo um duplo. Eu assisti e esperei para ver o segundo para enfim fazer minhas considerações. Temos que considerar que o primeiro episódio foi bom. Não foi um dos melhores, mas também não foi ruim. O problema é que pintaram um House esquisito! Veja, por que amamos House? Porque ele é um joselito sem noção, insensível e realista. Aí, no primeiro episódio, que o cara tá numa clínica psquiatra porque tá doidão, Housezito vira um cara sensível, que abre seu coração para o médico terapeuta! E gente, House legal e sensível não é House. Ele tem que ser do jeito que ele era, com sacadas incríveis, piadas de mau-gosto, turrão e inconsequente! Mas eu dei um desconto porque era o primeiro episódio. Então me vem o segundo, e House continua gente boa! O episódio é ruim? Não, mas não tem a mesma tensão! A medicina, que era a maior característica da série, tá ficando em segundo plano! Tivemos aí um ganchinho pro terceiro episódio, que a meu ver parece ser de fato o início, já que veremos House de volta ao hospital. E se vocês querem saber, eu nem acredito muito nessa recuperação dele, afinal Everybody lies!!

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Filme chichêzasso pra dar risada! É assim que eu defino A verdade nua e crua.
O roteiro conta a história de Abby, (Katherine Heigl) uma produtora neurótica que destrói seus encontros românticoss. Por motivos financeiros Abby precisa produzir Mike (Gerard Butler), um sedutor que prega o oposto do que Abby acredita em relacionamentos! Acontece que ele vai ajudar ela a arranjar um namorado e todos nós já sabemos aonde isso vai dar!!

Quando eu digo que é clizhêzasso eu quero dizer clichêzasso mesmo!!! Daqueles que você sabe a piada, as falas e óbvio, o final. Mas só porque todo mundo já sabe tudo não quer dizer que o filme é ruim! E dizer que ele não é ruim também não quer dizer..nossa vá assistir que é bom! Quer dizer que você vai, ri em algumas partes e pronto, basicamente é isso! Se por acaso, durante um dia de promoção você quer ir ao cinema e não sabe o que assistir, uma opção é A verdade nua e crua.

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